quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Papo de DESIGNER >>> com Danielle Simões


DESCULPAMOS AS FALHAS MORFOLÓGICAS, GRÁFICAS E SINTÁTICAS, MAS ESTAMOS REPOSTANDO ESSA MATÉRIA COM OS DEVIDOS ERROS CORRIGIDOS.



"Chega dias de segunda e quarta
feira... a turma de comunicação visual [tarde] ganha um talento e um charme especial: são as aula da designer Danielle Simões que ensina Introdução ao Planejamento Visual. Ela que cursava enfermagem ,no segundo período mas abandonou a faculdade quando conheceu o curso de Design. Hoje atua nessa área com destaque, para sua paixão de ensinar essa profissão. E ensinando, Dani Simões ganhou a enquete do blog, junto com o professor Marcelo Cruz, como a mais legal professora do primeiro módulo de comunicação visual. Essas e outras informações você vê agora no papo de designer."


Papo de Designer: E aí Dani, o que te motivou a fazer essa mudança tão grande de carreira saindo da enfermagem para o design?

Danielle Simões: Eu optei por enfermagem por ser a área de saúde que eu gostava muito. Gosto de lidar com o público, gosto desse "cuidar". Mas também sempre desenhei, sempre tive o lado criativo bastante aflorado. Em meados do curso de enfermagem conheci o curso de design, que não conhecia na época. Decidi trancar o de enfermagem. Estudei, tentei, passei... O curso de enfermagem está lá ainda, mas não pretendo voltar, design realmente é a minha área.

Papo de Designer: E qual foi a reação dos seus familiares e amigos ao saber da mudança?

Danielle Simões: Bom, lá em casa sempre foi muito aberto. Para minha mãe foi um choque por que enfermagem já tinha emprego certo e design [com o nome “design”] ainda estava começando. Aí o que eu fiz com ela foi um "acordo": ela me mantinha na faculdade, por mais 2 anos [já que era o tempo para concluir o curso de enfermagem], e nesses 2 anos era o tempo para concluir o cruso de design . Dito e feito: metade do curso de design eu já estava trabalhando e ganhando meu dinheiro, e dava pra me virar.

Papo de Designer: Conta para o Papo de Desinger sobre a Dani criança e adolescente?



Danielle Simões: Muito boa. Eu era muito caseira, não saía para a rua por que meu pai não gostava. Ele tinha medo de sequestro , coisas do tipo. Minha infância e adolescência foi em casa, mas foi bastante proveitosa. Minha família é muito unida justamente por causa disso: são 3 irmãos, e nós nunca brigamos. É até estranho, somos muito unidos... O que um faz o outro sabe.

Papo de Designer: Como você se comportava na escola?

Danielle Simões: Há eu sempre a "nerd" da sala [risos], tímida, não gostava de apresentar trabalho! Não gostava de apresentação nenhuma. Sempre tirei as melhores notas, era na minha, porém sempre com as melhores notas.

Papo de Designer: Você se considera , hoje, uma pessoa realizada?

Danielle Simões: Muito, plenamente.

Papo de Designer: Qual o trabalho mais legal que você já fez como designer?

Danielle Simões: Ensinar design [- aos alunos da Etepam??]-[risos], já fiz trabalhos editorias, eu gosto muito de "fazer" livros, mas ensinar é o que me realiza realmente.



Papo de Designer: E qual foi sua reação ao saber que tinha ganho a enquete do blog como uma das melhores professoras do curso de comunicação visual da Etepam?

Danielle Simões: [Risos]Envaidece. É interessante, um reconhecimento. Mostra que a turma está gostando e eu estou indo no caminho certo, mas é muito interessante.[risos]

Papo de Designer:
Qual a trilha sonora perfeita pra sua vida?

Danielle Simões: Nossa [risos] aí complica... acho que aquela música só não lembro o nome
- Dani Simões cantarolando:
“ Ando devagar porque já tive pressa
Levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Eu nada sei”
(tocando em frente –Almir Sater)

>>>escute a música


Papo de Designer: Se você pudesse se definir em uma única palavra, qual seria?

Danielle Simões: Me definir... eu acho que perseverança é bem por ai!



Papo de Designer: O que a você diria para as pessoas que estão indecisas em relação a carreira profissional?

Danielle Simões: Que atuem na área antes de desistir. Vão pra um escritório, uma gráfica, façam visitas técnicas... daí dá para identificar se vão qerer ou não, porque realmente sala de aula é diferente da prática, apesar de ser um curso técnico e de trazermos muita prática pra vocês, mas sempre tem coisinhas diferentes, pedidos diferentes, clientes diferentes, púlblicos diferentes, e desistir só depois que conher um pouquinho da prática!

Papo de Designer: E agora professora deixa uma mensagem para o seus alunos de comunicação visual da Etepam?



Danielle Simões: [risos]Nossa,espera um pouco...
É... acho que é assim: vocês são uma turma que passa para a gente que estão muito envolvidos, notamos que uns tem perfil para atuar na área e outros não. Muita gente entrou porque quer apenas um curso técnico, mas para quem quer relamente adentrar nessa área tem que estudar muito. Não ser um designer só de teoria, é estudar muito e continuar seguindo, acho isso muito bom.

Palavras de Danielle Simões para os leitores do CV! Informa:

“ Experimentar é o caminho. O designer deve ser inquieto, sempre observar, questionar, criar, solucionar.
Outra dica é também fazer muitos contatos e bons trabalhos, claro !

O designer é um negociador de sonhos. Deve ter boa conversa e aptidão para captar os desejos dos clientes”
Sucesso a todos!
Dani Simões

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Por
Luana Rito e Mayara Santana
Fotos
Raphael Alex


terça-feira, 3 de novembro de 2009

Pesquisa ||PAREDÃO||



>>> Como você qualifica o curso de Comunicação Visual, neste módulo?

  • 76,47% (26 votos) responderam BOM
  • 11,76% (4 votos) responderam ÓTIMO
  • 11,76% (4 votos) responderam REGULAR

PARABENIZAMOS A TODOS OS PROFESSORES E COORDENAÇÃO PELO MERECIDO RECONHECIMENTO!

Não deixem de votar na próxima Pesquisa ||PAREDÃO||:
"NA SUA OPINIÃO, qual a matéria que mais importante neste módulo?"

VC no CV! [esporte] >>> Você conhece o RUGBY?!


VOCÊ CONHECE O RUGBY?!


No último dia 2 de Outubro, a cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como a sede dos JOGOS OLÍMPICOS de 2016. Sendo o país da cidade sede, o Brasil terá representantes em todas as modalidades dos jogos.



Entre essas modalidades está o Rugby, que volta a fazer parte dos jogos. Pouco difundido no Brasil, o Rugby tem campeonatos disputados só no Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje, na nossa primeira coluna, vou contar um pouca das historia desse esporte.



Criado em 1823, por Willian Webb Ellis, nas escola de Rugby (cidade que deu nome ao esporte). Em 1875 formou-se a Rugby Football Union e em 1898 a Rugby Footbal League reconheceu o profissionalismo do esporte. Do Reino Unido, difundiu-se para toda Nova Zelândia, Africa do Sul e demais países da Europa.



O mais importante torneio é o das cinco nações (Inglaterra, Escócia, Irlanda, País de Gales e França), disputado anualmente. Outra competição importante é a Copa do Mundo.


Eis aqui algumas regras e pontuações:
- A Equipe é composta de 15 de jogadores e a partida é disputada em dois tempos de 40 minuntos.
- Nenhum jogador pode segurar un adversário que não esteja com a bola ou investir contra eles.
- O jogador que tocar com a bola no chão en qualquer lugar atrás da linha de gol marca 3 ponto, essa jogada é chamada de "TRY" ou "tentativa", que dá direito a "conversão" ganhando-se 2 pontos se a bola passar a baliza.
Temos ainda:
- Chute de penalidade (3 pontos)
- Droppal (3 pontos), uqnaod a bola é lançado com o pé.

O Rugby será jogado com sete jogadores e dois tempos de 15 minuntos.


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Por
Lucas e Thiago F.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Comunique-se >>> O que é o NEUROMARKETING?!



"O tema ainda é muito descutido entre os conhecedores da área, mas o BOOM do neuromarketing é eminente."
  • Mas o que é NEUROMARKETING?!
Ele estuda o comportamento da mente das pessoas no que disreipeito à cor da embalagem, ao som da caixa quando abaladas, ao cheiro de determinados produtos entre tantas outras questões.
Pesquisadores utilizam tecnologias de Imagem por Ressonância Magnética funcional (IRMf) para medir a quantidade de sangue oxigenado no cérebro visando identificar com precisão as variações das suas atividades. Portanto quanto mais uma determinada região do cérebro estiver trabalhando, maior será o consumo de combustível (principalmente oxigênio e glicose) e fluxo de sangue oxigenado para aquela região.
É o genoma do marketing, o interiorização do consumo. É como se tudo que soubessemos ou fizessemos podesse ser antes diagnosticado.

  • Devemos confiar no NEUROMARKETING?!

[não]
Por que ainda é muito novo e a aplicabilidade ainda não pode ser comprovada.

[sim]
No sentido de que no cenário de competiçoes, as organizações já envolvidas e a busca pelo conhecimento da mente, favorecem e , sobretudo, não permitem alienar-se deste tipo de construção de conhecimento.



Assista ao video ele elucida várias questões dessa nova ciência. Cita empresas que já investem em pesquisas e a opinião dos especialistas. Reportagem do 60 minutes.



Comunique-se!
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Por
Pedro Otaviano

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